Enchente tem solução?

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Há mais de dez anos, depois de uma grande enchente ocorrida na cidade, um engenheiro francês especializado no assunto visitou o Caí. O então prefeito, Léo Klein, lhe perguntou qual seria a melhor solução para resolver o problema das enchentes e a resposta que teve foi surpreendente. Recomendou criar um novo centro para a cidade, numa área próxima e livre de enchentes. Para começar, recomendoua transferência da prefeitura para uma área assim e, depois, estimulara criação de loteamentos ao seu redor. Disse ele qe fpo assim que as cidades européias fizeram e sai mais barato do que fazer um dique. Faz sentido. Mas isso não impede que seja feito, também um dique para proteger a cidade. Mesmo com a transferência de parte da cidade para um lugar livre das enchentes, o Caí atual continuará existindo e precisando do dique. Essa ideia já foi amplamente discutida e recomendado por técnicos especializados como o sendo a solução mais econômica e eficaz. Para chegar a essa conclisão, os técnicos especializador fizeram um estudo que custou, ao governo do estado, R$1,4 milhão.

 

Esse documento foi encaminhado a Brasília e recebido com interesse pelo ministro das cidades Gilberto Kassab. O próximo passo é a elaboração de uma projeto de engenharia, que atenderia aos municípios de Harmonia, Caí, Pareci Novo, Montenegro e que representaria gasto de mais seis milhões de reais. Na crise em que se encontram o país e o governo federal, nao é fácil cil conseguir a aprovação desse gasto. Mas esse é um passo que precisa ser dado e é importante que estes municípios se unam e lutem por ele. É certo que a concretização do projeto do dique deverá demorar bastante. Pode levar uma década. Mas eles só podem ser realiza- dos se os maiores interessados - a população atingida- se empenharem também na busca do objetivo. Toda grande enchente causa prejuízos ás cidades e ás suas popula ções. Perdem com ela as indústrias, o comércio e as famílias. O próprio governo perde na arrecadação de impostos. O dique, certamente, é uma obra que se paga, pelos prejuízos que ele vai proporcionar. O importante agora é aproveitar o momento para animar o empenho dos líderes locais na busca de concretização das obras que serão necessárias para a solução do problema.